Equilíbrio na Produção Agrícola

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Introdução:

O substantivo “sustentabilidade” tem sido usado por muitos figurões, de cunho midiático, mas é um termo muito emblemático e profundo, que deve ser abordado de forma mais prática e menos conceitual. Quando dizemos que a atividade agrícola, produz grandes impactos ao meio ambiente, esquecemos de relacionar, por exemplo o impacto que as grandes cidades também causam ao meio ambiente, esgotos lançados em leitos aquáticos, alto consumo de combustíveis, má drenagem da água da chuva, lixo, etc. O extremismo ideológico, data de meados do século XIX, onde adeptos dos biológicos e adeptos dos químicos, travavam disputas sobre qual teoria estava mais correto. O qual na verdade devemos fazer um modelo misto, onde na atual escala do aumento populacional, a segurança alimentar não conseguirá ser assegurada com Agricultura Orgânica e nem a Agricultura convencional promoverá o equilíbrio microbiológico, mediado pelos microrganismos e os seus processos bioquímicos, responsáveis pelo manutenção e funcionamento dos ecossistemas terrestres, o que pode acarretar um exaurimento do solo. Resumidamente, C, N, P, S e Metais que seguem uma transformação e ciclagem dos elementos no sistema Solo-Planta, associado ao clima local, o que chamaremos de ambiente de produção.  Regras básicas da Termodinâmica, nos mostram que a cada 10°C de aumento na Temperatura, dobra a velocidade de qualquer reação química. Juntamente com água e luminosidade, nos fornece o chamado “Conforto Térmico”, aplicado ao ambiente de produção. Com isso, garantindo um bom aproveitamento da luminosidade, uma temperatura ideal e a boa dinâmica da água no solo, com drenagem suficiente para o excesso, retenção e armazenagem para o déficit, podemos favorecer esse ambiente para ser colonizado, semeado e propiciar boas colheitas.

MODELO PROPOSTO.

1/ Estudo do ambiente de produção: Conforme figura-1, compartilhada por SENTELHAS.2016. Pressupõe que os fatores determinantes da produtividade, se dividem de acordo com a ilustração e que poderia ser traduzido da seguinte maneira: O Clima é o que nos foi dado pelo criador, de acordo com minha localização e o solo, caracterizado por um sistema trifásico ( Sólido : Mineral e orgânico; Líquido : água e Gasoso: ar) somam 73%  desses fatores, portanto a escolha do material genético e manejo adotado para esse ambiente é nosso principal fator de escolha, onde as vezes despendíamos grande parte de nosso tempo na compra de insumos e pouco no estudo do ambiente que esses insumos serão aplicados e estabelecimento do manejo adequado para minha realidade. Pontos, como clima, variável que o homem não domina, solo, que por suas particularidades não pode ser construído da noite para o dia, devem ser estudados para nos indicar qual material genético e manejo que nos induza a um menor número de erros

Fig.1: Fatores determinantes da produtividade, elencando Clima-Solo, com 73% de fator de sucesso.

Poderia eu, aplicar alguns conceitos de administração para resolver um empasse produtivo, o melhoramento genético vem nos trazendo ganhos de produtividade considerável ano a ano, e temos hoje, cultivares de soja (Figura-2), híbridos de milho ou variedades de algodão, com potenciais genéticos nunca antes imaginados.

Fig.2: Campeão máxima produtividade soja EUA.

Surge a pergunta: “Por que não consigo atingir tais produtividades ou manter produtividades estáveis? Pesquisas nos EUA atribuem ao melhoramentos genético ganhos de 0,5-1,2% ao ano”, e no Brasil de -0,28 a 4% ao ano. Mas, muitas vezes verificamos a nível de fazenda ganhos muito maiores, devido ao fator estabilidade e adaptabilidade. E quando atribuímos ganhos, como precocidade, período juvenil longo, possibilidade de se fazer duas safras ano ou até mesmo promover uma segunda safra com plantas de cobertura no solo, o efeito aditivo nos ganhos em produtividade podem ser maiores, favorecendo sistema (Fig.3). Quando nos deparamos com concursos de máxima produtividade, devemos associar às corridas de Fórmula 1, não nos deparamos com uma McLaren no trânsito, muitas tecnologias embarcadas nela estão nos carros de nosso dia a dia, e muitas vezes tecnologias simples e de fácil alcance. Essas máximas produtividades nos mostram que o “Barril” de produção tem “furos” que precisam ser tapados.

Criado pelo físico israelense Eliyahu M. Goldratt na década de 80 “A TEORIA DA RESTRIÇÃO”, conceito usado para resolver problemas logísticos e operacionais no chão de fábrica, que resumidamente nos diz que “nunca atingirei o máximo dos potenciais produtivos, pois sempre existiram restrições”. Quais restrições ? Em nosso caso, por se tratar de uma indústria ao seu aberto, novamente usando a figura acima, temos o clima como responsável por 50 % dos fatores determinantes. Como trabalhar meu ambiente para que essa restrição tenha um impacto menos drástico é um dos desafios, quais organismos, manejo de plantas de cobertura, cultivar, pacote tecnológico se adaptaram melhor ao meu sistema, de forma a “perder menos”, visto que o potencial máximo é determinado pela GENÉTICA.

Fig.3: Efeito individual soja e milho e aditivo no cultivo soja+milho, o sistema sai favorecido.

Mas o autor dessa teoria, ainda contribui mais: “como mais que sorte e sim um Processo de raciocínio” uma ferramenta gerencial para buscar uma melhoria contínua no setor produtivo. Pois a maior restrição de todas, a ser desenrolada é a CULTURAL.  Temos de responder dentro desse processo, três perguntas básicas: “o que mudar” “para o que mudar” e “como motivar a organização para a mudança”.

A – O que mudar: Devemos promover uma transformação no sistema produtivo, onde tenhamos menor dependência da indústria química e possamos buscar dentro da propriedade e no bioma ao qual faz parte a propriedade, modelos que convergem ao equilíbrio. Nem tanto o céu nem tanto o inferno, ou seja, o meio termo parece ser o mais sensato, afinal um dos conceitos que devem continuar valer é o da Lucratividade. Mudanças nas recomendações de correção e adubação, estabelecer e usar insumos que tenham uma taxa de desfrute melhor, que não se fixem tanto, tornando se não lábil. O entendimento da parte Mineral do solo, associado `a sua gênese sofrendo intemperismo biológico, chamado hoje de Remineralização do solo, parece ser uma realidade já implantada por alguns a mais de 10 anos. A retirada de um elemento de “RESTRIÇÃO” ao bom desenvolvimento microbiológico, como o KCl (Cloreto de Potássio), em substituição, usar fontes que não causem tantos danos. Assim como o uso de termofosfatos (Tipo Yoorin), associado a fontes biológicas que favorecem a disponibilidade de fósforo para a solução do solo. Na parte nutricional a maior mudança seria a substituição de fontes muito solúveis, prontamente disponíveis para outras mais originais. O uso de elementos que promovem a ativação do sistema de defesa das plantas, produzindo mais fitoalexinas e outros precursores de agentes de defesa, desenvolvimento radicular, emissão de nós produtivos, integridade da membrana, etc. E como promover uma nova colonização no sistema produtivo (Fig.4), onde inimigos alternativos como o Fungo Nomuraea rileyi, trabalhavam “gratuitamente” principalmente década de 80 início anos 90 e picos populacionais de lagartas, raramente eram vistos?

Fig.4: Fungo Nomuraea rileyi.

Uma grande mudança, para que tudo flua bem, seria o uso de plantas de cobertura de acordo com o propósito (cobertura do solo, fornecimento de C ao sistema, condicionamento do solo, controle de plantas daninhas, controle de doenças de solo e nematoides, etc). O uso de menos inseticidas, fungicidas e herbicidas, que tendem a exterminar uma parte dos microrganismos e selecionar outros (muitas vezes com potencial fitopatogênico violento). Com base nisso temos vários exemplos do que mudar, pois moléculas como Gliphosate, por décadas discutido seus benefícios e malefícios, o grande uso de fungicidas após a entrada da Ferrugem Asiática as doses cavalares de inseticidas devido a Helicoverpa, mosca branca,…..

B- PARA QUE MUDAR: Primeiramente para saúde de nosso bem maior, que é a vida, nossa vida, de nossos filhos, vida do solo, conservação da água e contribuir para o equilíbrio. Estudos Bíblicos mostram em Levíticos 25-1,7, que até mesmo o solo, naquela época, após seis safras contínuas necessitava um ano de pousio para sua revitalização. Imagina hoje, com a carga de insumos aplicados, com o uso contínuo de safra-safrinha, como promover esse pousio?  Não estou querendo pregar que deve parar de plantar! De maneira alguma, mas mudar a forma de tratar nosso sistema SOLO-PLANTA, de forma a produzir, com impacto reduzido e com lucratividade. Hoje gasta se mais dinheiro com defensivos agrícolas que com fertilizantes! O para que mudar é ter o controle da situação.

O Brasil sofre muitas críticas pelo uso abusivo de defensivos agrícolas, porém países como Japão (Fig.6), detém a liderança no ranking de Kg/ha. Porém algumas ressalvas, o Brasil é o Quinto maior produtor mundial de alimentos, em área:

1º Índia: 179,8 milhões de hectares.

2º USA: 167,8 milhões de hectares.

3º China: 165,2 milhões de hectares.

4º Rússia: 155,8 milhões de hectares

Onde esses 4 países somados, representa 36% da área cultivada no mundo.

5º Brasil: 63,88 milhões de hectares.

O Japão possui aproximadamente 1,93 milhões de hectares de área cultivada. Portanto consumimos 8 vezes menos defensivos, porém cultivamos 33 vezes mais área.

Não podemos esquecer que na maioria dos países de primeiro mundo, a agricultura é subsidiada e os agricultores respeitados pela sociedade.  O custo em defensivos agrícolas por tonelada de alimentos produzido, nos países mais desenvolvidos é maior que no Brasil:

País US$/Tonelada de alimentos produzido
1º Japão 97,73
2º França 22,29
3º Comunidade Europeia 20,65
4º Argentina 12,44
5º USA 9,42

 

Apesar de estar abaixo dos demais no ranking, os níveis de defensivos agrícola nos alimentos no brasil, são mais flexíveis. Enquanto no Brasil, 1 Kg de Soja pode conter 10 mg de ingrediente ativo de Glyphosate, nos USA e Argentina é tolerado 5 mg de i.a/Kg, e na Europa 0,2 mg de i.a/Kg. Mas na cultura da soja em específico, o uso de defensivos agrícolas vem aumentando de forma a ultrapassar os gastos com fertilizantes (Fig.5).

Fig.5: Série histórica da CONAB, que mostra a participação em porcentagem, no custo de produção, sementes, fertilizantes e defensivos agrícolas.

Portando, o dever de mudança, além de ser um país tropical, que possui somente 7,6% de sua área destinado a agricultura (maior parte dos outros países 20-30%), futuramente cresceremos em área plantada por habitante, hoje 0,3 ha/habitante (Japão 0,01 ha/habitante), não possuir nada de subsídio para a produção agrícola e em um futuro próximo, ser um grande fornecedor de alimentos para os países emergentes e outras potencias, que apesar de consumirem muito em defensivos, possui índices de contaminação até 200 vezes menores.

Fig.6: Consumo mundial de defensivos agrícolas por hectare.

C –COMO MOTIVAR A ORGANIZAÇÃO PARA MUDAR:  Essa talvez seja a restrição mais emblemática e desafiadora. Que é a de fazer todos sair de sua zona de conforto. Após o advento da ferrugem, todo sistema produtivo ficou viciado: “se faço uma aplicação de fungicida, calendarizado a cada 15 dias, por que fazer MIP?” Acrescento inseticidas que controlem lagartas, percevejos, mosca branca e de lambuja…. Inimigos naturais, microrganismos…Então, como voltar aos velhos conceitos de Monitoramento, conhecer as diferenças entre os danos de níveis econômico que resultem numa intervenção ou não! Como saber qual Período Crítico de Competição de um cultivar? de acordo com seu Grupo de Maturação, ou seu tipo de crescimento ou hábito de crescimento. Como apelar para o senso cognitivo da equipe, para verdadeiramente emergir no conhecimento multidisciplinar que é a Agronomia e promover mudanças que fará o indivíduo olhar ao final e dizer “Eu fiz parte dessa mudança” eu me capacitei, eu estou habilitado. Como fazer a equipe e a organização trabalhar de forma a enxergar que mudanças são as melhores formas de promover o ganho. Esse é o desafio. Entender que a busca pela sustentabilidade na produção agrícola é multidisciplinar (Fig.7).

Fig.7: Aspecto multidisciplinar da criação de um ambiente de produção equilibrado.

2/ Segmentação das restrições: Conhecer as etapas dentro do processo produtivo que possam ser convertidas para um procedimento menos danoso ao sistema e raciocinar qual a CAUSA/EFEITO. Exemplo: Ataque de Pratylenchus brachyurus – será que o nematoide em questão é a causa da baixa produtividade em alguns talhões? Ou é o efeito de alguns procedimentos adotados, que fizeram sua população crescer mais que seus inimigos naturais e se tornar uma dor de cabeça? A segmentação nos proporciona formas de atacar restrições uma a uma e com isso deliberar sobre atitudes e procedimentos que podem ser implementados, de forma a reduzir despesas e aumentar ganho. O simples conhecimento de qual distribuição espacial (Y) implementar para variedade (X), no ambiente(Z), que tem o problema(W), podendo de acordo com o tipo e o hábito de crescimento, promover mudanças de stand ou espaçamento, para melhor penetração de luz, circulação de ar, que contribuirá para um melhor controle cultural do problema (W). Exemplos hipotéticos de baixo custo, porém que demanda força de vontade e competência.

3/ Buscar a solução dentro do próprio ambiente: assim como no melhoramento de plantas, o ambiente é o melhor fator de seleção e as espécies microbiológicas, possuem cepas, raças, estirpes, isolados…, que fazem com que uma espécie de Trichoderma que ocorra na BA, seja diferente de um isolado de Confresa-MT, apesar de procedimentos como reduzir o uso de Gliphosate pode contribuir para que sua colonização tenha sucesso nos dois ambientes descritos. Portanto, temos buscado antes de criar Biofábricas milionárias, dotadas de tecnologia de ponta, primeiro aprender a trabalhar com o sistema proposto. Tentar separar no mercado o joio do trigo, pra que ganhe um, dois, três anos de aprendizado. O primeiro ponto seria de promover dentro do ambiente de produção, áreas experimentais que sirvam tanto como modelo a ser estudado, como também áreas de “descontaminação” para promover o crescimentos de microrganismos eficientes (EM), ou seja, buscar no próprio ambiente, organismos que evoluíram e se adaptaram no local. Próxima fase, através de protocolos padrão, verificar em casa de vegetação sua eficiência para seus potenciais inimigos (lagartas, nematoides, fungos fitopatogênicos, etc.). Tenho feito pequenas experiências, em escala reduzida (visto que poucos passaram pela etapa de “o que mudar”, e normalmente eu arco com meus custos experimentais), de revitalização do solo, como fator inicial de promover o equilíbrio, visto que grande parte das restrições aí se concentram, exemplos: nematoides, fungos de solo, muitas espécies de lagartas tem sua fase de pupa no solo, etc. Associado sistemas de plantas de cobertura e multiplicação de isolados de EM do próprio local. No mercado existem várias opções para se iniciar trabalhos, porém com custos altos e concentrações baixas, onde vendem uma ilusão: “aplicar organismos vivos em um ambiente doente que recebe cargas e mais cargas de defensivos”.

Dentro das propriedades, nas quais montamos as áreas experimentais, muitas vezes, o que buscamos dentro do Melhoramento e que não pode ser trabalhado isoladamente é determinar índices ambientais (positivos ou negativos) que possam favorecer linhagens superiores a se destacarem. Quando passamos esse conhecimento para a área de microbiologia, e voltamos ao conceito de ambiente de produção, os microrganismos mais eficientes para “aquele” ambiente específico e que estava controlando com eficiência aquele inimigo potencial, daí eu posso selecionar, isolar e multiplicar meu isolado superior para aquela situação. O processo de imersão nessa aba da ciência, as vezes parece uma viagem para o impossível.

Exemplos de seleção por ambiente que pode ser extrapolado para outros organismos vivos – Seleção de genótipos superiores com maior tolerância a Macrophomina(Fig.8):

Fig.8: Área experimental com seleção de linhagens tolerantes a Macrophomina phaseolina.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

1/ A mudança tem de ocorrer de forma gradual, de modo a envolver toda a organização e equipe, com treinamentos de nivelamento e construção do conhecimento crescente, com áreas experimentais, parcelões e avaliações dos processos e avaliação resultados, o sistema deve obedecer as premissas básicas do operacionalmente possível, tecnicamente correto e financeiramente viável.

2/ O sistema tem de ser integrado, não é possível criar microrganismos em biofábricas para controle de lagartas e continuar negligenciando o ambiente SOLO-PLANTA, ou seja, não tem como criar Bacillus thurigiensis (Bt) e não ter o ambiente preparado para a colonizar e ou inundação do ambiente. Não tem como criar ou comprar Trichoderma sp  e aplicar 10-12 litros/ha de Gliphosate/ano. Não tem como buscar o equilíbrio nutricional para a planta sem saber se as desordens visualizadas são CAUSA ou EFEITO. As interações são MULTIDISCIPLINARES.

3/ A criação de um modelo de produção de baixo impacto é possível, viável e poder criar uma independência do padrão atualmente existente, onde todo setor produtivo trabalha para as indústrias. Investir pesado na produção de “biomassa” (Fig.8). Sair dos atuais gastos de 8-9 sacos de soja/ha em fertilizantes,…..10-12 sacos de soja/ha em Defensivos,….3-5 sacos de soja/ha em Sementes…. e nada em Sistema. Transformar, converter, gradualmente, com baixo impacto cultural.

Fig.9: Produção de biomassa.

4/ A aplicação de modelos locais, associando criação de cultivares adaptadas, junto com a multiplicação de EM (microrganismos eficientes locais), promover uma cobertura de solo, de modo que esse ambiente seja de franca colonização fazendo que o equilíbrio do sistema e dos processos bioquímicos restabeleçam a ciclagem de nutrientes, simbioses, controle biológico. Não precisamos reinventar a roda, basta copiar a natureza. ( Fig.10).

5/ E finalmente, contribuir para as gerações futuras, principalmente para os novos profissionais de ciências agrárias, que a cada ano inundam o mercado, sem a preparação devida para esse ambiente de produção. Trazem em sua bagagem, o imediatismo de sua geração, querendo resultados rápidos e respostas rápidas, tudo  on line, calçados de linguagens de Marketing associado ao momento de “conectividade mundial”, muitos tendo como guia “Dr.Google”, esquecendo velhos mestres, que deixaram seus conhecimentos escritos em seus inúmeros livros e periódicos ou em casos de sucesso de alguns poucos em meio a multidão, que tentam promover melhorias ao sistema produtivo, buscando só uma meta, o Equilíbrio – equilíbrio também das contas.

Fig.10: Texto sobre Henry Ford – Extraído do livro “Quem Vence Enriquece – Napoleon Hill, pág.199”.

Escrito Por: Eng°Agr° Márcio Aliomar Alves.

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