REBANHO BOVINO DO ESTADO DE MATO GROSSO EM 2017

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             A bovinocultura de Mato Grosso sempre foi destaque no ranking do país, ocupando a primeira colocação quando se refere à quantidade de animais por estado. A atividade gera inúmeros empregos e fomenta a economia do estado, onde a bovinocultura de corte mantém elevada importância na geração de riquezas, pois representa a maior fatia do agronegócio.

         Os números de 2017, já foram divulgados pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA – MT) e serão apresentados a seguir através de gráficos e mapas desenvolvidos pela equipe do Agroreporter, com destaque para região do Vale do Araguaia e Xingu.

Direto aos números

           O estado de Mato Grosso apresenta um rebanho bovino de 30.214.779 cabeças, destacando o município de Cáceres com 1.113.134 animais, seguido por Vila Bela da Santíssima Trindade (1.003.684), Juara (976.404), Juína (712.747), Alta Floresta (706.567), Pontes e Lacerda (668.902), Vila Rica (615.001), Santo Antônio do Leverger (586.963), Porto Esperidião (585.925) e completando o ranking dos dez maiores rebanhos bovino do estado o município de Poconé com 505.084 animais, conforme o gráfico abaixo.

REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE MATO GROSSO

          A região nordeste do estado de Mato grosso tem um rebanho bovino de 5.805.916 cabeças, que equivale a um montante de 19,2% do total de animais do Estado. O município com maior rebanho da região é Vila Rica com 615.001 animais, seguido por Cocalinho (460.871), Barra do Garças (447.617), Confresa (430.569), Água Boa (384.228), Nova Xavantina (335.173), São José do Xingu (314.148), Araguaiana (305.203), Novo São Joaquim (280.518) e fechando o ranking dos dez maiores rebanhos bovino da região nordeste do estado de Mato Grosso, esta o município de Ribeirão Cascalheira,  com 270.862 animais, conforme o gráfico abaixo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

          A bovinocultura do estado de Mato Grosso é referencia mundial na produção, isso é fruto da interação entre nível tecnológico empregado pelos pecuaristas, melhoramento genético, clima, relevo, Integração Lavoura Pecuária e principalmente aliado à capacidade que o pecuarista mato-grossense tem de enfrentar os entraves inerentes a atividade que estão para fora da porteira (ambientais, sanitários, tributários e principalmente politico). A cada novo obstáculo encontrado, o pecuarista supera-o com recordes de produção.

Luciano Mato Grosso

 

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