Soja sobe em Chicago nesta 5ª feira e mercado se ajusta para iniciar um novo mês

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Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (30). Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h05 (horário de Brasília), subiam entre 6,75 e 8,25 pontos nos principais contratos, com o novembro valendo US$ 8,75 e o março, US$ 9,01 por bushel.

O mercado, segundo explicam analistas e consultores, segue se ajustando, ainda mais neste momento de final de mês, onde os fundos investidores se alinham para rever suas posições e começar um novo período e, neste intervalo, se preparar para o início da colheita nos EUA.

“Este ano, o movimento baixista começou mais cedo devido ao pessimismo com a guerra comercial. Mas, o mercado no momento tenta recuperação e registra leves altas”, explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da Agro Culte. E a recuperação, ainda segundo o especialista, encnotra suporte, principalmente, nas perdas da nova safra americana.

“Suporte do atraso no desenvolvimento da safra americana e portanto do início da colheita, de reportes de produtividade abaixo do normal nos EUA e da possibilidade de geada precoce afetando a safra no centro-oeste americano”, diz Cachia.

Assim, permanece a atenção do mercado sobre as previsões climáticas para o Meio-Oeste dos EUA, com a mudança rápida dos mapas para as próximas semanas.

O mercado, segundo explicam analistas e consultores, segue se ajustando, ainda mais neste momento de final de mês, onde os fundos investidores se alinham para rever suas posições e começar um novo período e, neste intervalo, se preparar para o início da colheita nos EUA.

“Este ano, o movimento baixista começou mais cedo devido ao pessimismo com a guerra comercial. Mas, o mercado no momento tenta recuperação e registra leves altas”, explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da Agro Culte. E a recuperação, ainda segundo o especialista, encnotra suporte, principalmente, nas perdas da nova safra americana.

“Suporte do atraso no desenvolvimento da safra americana e portanto do início da colheita, de reportes de produtividade abaixo do normal nos EUA e da possibilidade de geada precoce afetando a safra no centro-oeste americano”, diz Cachia.

Assim, permanece a atenção do mercado sobre as previsões climáticas para o Meio-Oeste dos EUA, com a mudança rápida dos mapas para as próximas semanas.

Ademais, os traders também não desviam seus olhares dos desdobramentos da guerra comercial e dos próximos passos a serem dados por Washington e Pequim. Novas tarifas podem começar a valer já a partir de setembro, porém, as equipes dos dois países, de acordo com informações de agências internacionais, poderiam buscar um alinhamento para que as taxas sejam ao menos adiadas.

Fonte: Notícias Agrícolas

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